INTERFERÊNCIA DOS MICRO RESÍDUOS DE PLÁSTICO (MICROPLÁSTICOS) NO ECOSSISTEMA MARINHO DO RIO GRANDE DO SUL - BRASIL

Autores

  • Brunna Castilhos Petersen Reserva Consultoria Ambiental, RCA, Brasil

Palavras-chave:

Microplástico; Plástico; Rio Grande do Sul.

Resumo

Os resíduos sólidos que chegam ao mar são chamados de Lixo Marinho e estes apresentam consequências negativas no ecossistema que são inseridos. A origem deste “lixo” é, aproximadamente, 80% terrestre e 20% marítima. Os plásticos são bons absorventes de compostos tóxicos persistentes presentes nas moléculas d’água. Quando o plástico começa seu processo de fragmentação em partículas menores, estas são chamadas de microplásticos e acabam se tornando mais prejudiciais ao ambiente do que o plástico no tamanho original. Por isso, se estas partículas são ingeridas por peixes, estes estão automaticamente contaminados pelo mesmo poluente, sendo que alguns tipos de contaminantes o organismo não consegue degradar e eliminar, ficando concentrado e se bioacumulando no organismo, transferido-se durante a cadeia alimentar deste indivíduo. Nas últimas décadas o aumento da utilização e consequentemente da produção de plástico cresceu consideravelmente. O plástico passou a fazer parte da vida de todos os seres humanos mundialmente, pois veio com um conceito de praticidade que ganhou cada vez mais espaço no mercado, porém não era previsto os impactos que este material poderia causar no meio ambiente devido ao descarte irregular. Em 2018 foram produzidos 6,2 milhões de toneladas de plástico no Brasil e 355,1 milhões de toneladas no mundo. Foi possível verificar que há necessidade de maior produção científica sobre o tema no Rio Grande do Sul e no Brasil, uma vez que os ecossistemas locais já estão impactados negativamente.

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Publicado

07-08-2021