PROJETO AMAZÔNIA LEGAL SEM RESÍDUO: UM OLHAR PARA A GESTÃO DE RESÍDUOS A PARTIR DA MINIMIZAÇÃO E TECNOLOGIAS, SAÚDE AMBIENTAL E GOVERNANÇA

Autores

  • Juliana Gerhardt Ibict – Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
  • Adriana de Souza Oliveira Ibict – Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
  • Luane Souza de Araújo Ibict – Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
  • Thiago Oliveira Rodrigues Ibict – Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
  • Marcel Garcia de Souza Ibict – Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia

Palavras-chave:

Resíduos sólidos; Amazônia Legal; Minimização.

Resumo

O projeto de pesquisa Amazônia Legal Sem Resíduo tem por objetivo proporcionar à população da Amazônia Legal o uso de tecnologia e informação para a gestão sustentável de seus resíduos sólidos, de forma a impactar positivamente a saúde ambiental através da disponibilização de informações científicas e tecnológicas relacionadas à temática. Para tratar sobre a minimização da geração de resíduos sólidos, foram realizadas oficinas presenciais em três capitais da Amazônia Legal: Rio Branco (Acre), Palmas (TO) e São Luís (MA). O objetivo é apresentar as principais percepções das mesas de debate, a partir da análise dos relatórios de cada oficina. A coleta seletiva ainda está muito aquém do necessário, e isso implica na falta de materiais recicláveis, e, portanto, na falta de interesse de empresas de reciclagem. Destaca-se a atuação marcante das associações e cooperativas de catadores. Foi unânime a questão da falta de recursos para gestão dos resíduos e a dificuldade em elaborar e implementar os planos municipais. O envolvimento da sociedade também foi um assunto bastante discutido, pois muitos pensam que a gestão dos resíduos é uma obrigação do poder público somente. Quanto à saúde ambiental, verificou-se nos debates que ainda é muito comum a existência de lixões e a prática de queima do “lixo” nas cidades, impactando a saúde e a vida das pessoas, e impactando o meio ambiente. Muitos problemas ainda demandam investimentos estruturais por parte das prefeituras, porém, conclui-se que educação ambiental, responsabilidade compartilhada e capacitação técnica são essenciais para mudanças urgentes e positivas.

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Publicado

07-08-2021