FITORREMEDIAÇÃO PARA EMISSÕES DE LIXIVIADO EM ATERROS CONTROLADOS FECHADOS

Autores

  • Luciana Cesário Braga Universidade de Brasília (UnB)
  • Antônio Brasil Jr Universidade de Brasília (UnB)
  • Luciano Soares da Cunha Universidade de Brasília (UnB)

Palavras-chave:

Fitorremediação; Lixiviado; Aterros.

Resumo

O fechamento de aterros controlados gera grande preocupação a todos os países. Além do enorme passivo ambiental, a produção constante de subprodutos continua a impactar o ambiente mesmo depois do encerramento das atividades desses aterros. As buscas por medidas mitigadoras ou remediadoras ganharam mais força nesse contexto. Com os avanços tecnológicos, ferramentas importantes foram desenvolvidas visando não somente a remediação, mas também a recuperação dessas áreas e dos subprodutos gerados por ela, fomentando a sustentabilidade das tecnologias utilizadas. O lixiviado emitido por aterros, além de conter níveis significativos de poluentes, gera um custo elevado para ser devidamente armazenado e tratado. Algumas alternativas sustentáveis para seu tratamento se destacaram, uma delas é a fitorremediação. Essa tecnologia se baseia no uso de plantas e sua microbiota associada na remoção de poluentes da água e do solo. Trata-se de uma tecnologia de baixo custo, pouca mão de obra, com resultados satisfatórios, abarca um ramo de contaminantes numeroso, atua tanto nos quesitos ambientais, como os sociais e econômicos. Outras técnicas podem aumentar os custos na remediação, apresentar barreiras técnico cientificas, não condizente com as demandas de sustentabilidade e exigir maior emprego de mão de obra especializada. Sendo assim, este trabalho apresenta uma síntese dos principais estudos de fitorremediação em lixiviado de aterros.

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Publicado

07-08-2021